Enquanto cresco
Envelheço
Amadureço
Não esqueço
Não mereço
Mas agradeço
E recomeço
Enquanto cresco
Envelheço
Amadureço
Não esqueço
Não mereço
Mas agradeço
E recomeço
Hoje foi um dia muito triste para todos do Rio Grande do Sul e do Brasil. Apática e produzindo praticamente nada nas horas que seguiram após acordar, foi difícil fazer outra atividade que não se atualizar via internet e rádio sobre a tragédia de Santa Maria.
Um dia muito longo e que prossegue nessa noite estranha em que vai ser difícil dormir.
Meus sentimentos mais verdadeiros à cidade que conheci no ano passado, quando participei, com o Moda de Brechó e o Armazém Nina Flores, da 8ª Ecosol e 19ª Feicoop, feiras maravilhosas de economia solidária, onde fiz intercâmbio de ideias e criações com pessoas de todo o Brasil e também de outros países da América Latina (aqui uma postagem com fotos e relato da época, que mostra o clima incrível que paira nesta feira em que água não pode ser vendida!).
Uma cidade que conheci a pé, como faço em todas que tenho oportunidade de estar e, por isso, uma cidade que ficou um pouco em mim…
Como não amar a cultura do Nordeste? Como não sentir o acolhimento nordestino? Como não tocar o coração quando toca Luiz Gonzaga?
Tive, em junho, o presente de estar em Campina Grande (PB), durante o “Maior São João do Mundo”. É de emocionar (e de querer saber dançar!) ver tanta gente “agarradinha” no forró, se divertindo com essas músicas dele e de tantos outros seguidores. Toda a cidade se enfeita para o São João, da farmácia e oficina às lojas grandes que também existem no resto do Brasil. É uma data muito importante e vivida intensamente como não imaginamos se não formos lá.
A bolsa que lembrei de usar hoje foi presente de Dona Bené, que esteve em Exu (terra onde nasceu Luiz Gonzaga), no ano passado. O vestido é Moda de Brechó ; )
“Minha vida é andar por esse país, para ver se um dia descanso feliz” <3
Hoje, 12/12/12, com a abertura de um novo portal cheio de luz, meu mais profundo e sincero desejo de paz e amor a todas as pessoas desse mundo, a você e sua família, sem distinção, com muito querer bem e energias positivas! Amém!
São raros os dias que uso camiseta com alguma estampa localizada, mas sempre que acontece, me vem uma vontade, uma inspiração, de caminhar em silêncio falando alguma coisa.
Assim foi nesta terça, dia 13. O que não sabia é que hoje era justamente o dia desta camiseta, da gentileza, aquela que, na verdade, a gente tem que celebrar, e praticar, todos os dias!
Quando a gente acha que na vida tudo é programável e que teremos tempo e mente para resolver tudo, olha só que vem lá a vida e nos mostra o contrário.
Ela vem de mansinho e dá um empurrão para te ajudar numa escolha, te dizer que o caminho não era necessariamente o que te preocupava, mas que pode ser outro, antes, agora!
Nada tenho escrito e criado aqui, e tudo porque andei dando prioridade para outros trabalhos, porque mesmo livre da batida de cartão, se inventa mais um monte de coisas para fazer em casa (pão, por exemplo! : ), tem os vários sites e redes sociais que atualizo atualmente (seis, fora esse) e ainda os encantamentos da rua, dos passeios, das viagens que aparecem. Vai ficando de lado, mas não pode ser assim.
Ontem conversávamos sobre a Internet 2.0, das vantagens e problemas das redes sociais. As vantagens são muito boas, conhecidas e difundidas, mas e os problemas?
Noto que muitas pessoas só se conectam hoje em dia para entrar no Facebook ou Twitter, muitas vezes nem entram mais no e-mail, acessam menos notícias e outros textos um pouco maiores…
Tudo tem que estar ali, rapidinho na tela, pequeno, “senão nem leio”. Somos de fato uma sociedade com menos tempo, mas será que o tempo que temos, usamos bem? O questionamento me foi feito e acho que não, sempre dá para se fazer um pouco mais!
Esse texto no fundo é para refletir sobre os escritos, a internet e tirar o mofo, lembrar quem sou e de quando comecei a escrever o Relicário de Palavras no hpg (até com guestbook, risos), o ninaflores.blogger e agora esse, o prazer que isso causa, a quebra de rotina, as provas de amor. É tempo de voltar, señorita!
Então, até logo ali, no próximo post!
A causa indígena sempre me tocou. E não foi pela TV que aprendi a sentir isso. Numa das primeiras disciplinas do Jornalismo, resolvi conhecer mais de perto a realidade dos caigangues que moravam perto de mim, mais precisamente nas margens da BR-116, na entrada principal de São Leopoldo.
Foi uma experiência e tanto. Meu respeito só aumentou, gerando campanha do agasalho (infelizmente eles tem que pedir!), matéria textual e fotográfica para a faculdade, posteriormente publicada nesse link do Dissonância. Eles seguem sempre me gerando reflexões e olhares, como quando nos encontramos na Rua Grande.
Quando adolescente, tive uma linda blusa com uma face indígena pintada na frente, extraviada no tradicional emprestar amigo. Anos mais tarde, quando soube que a Cris Grings estava pintando, não pensei duas vezes e encomendei uma assim para mim. Ficou lindo e faz parte de minha coleção de camisetas-ideias (guardo todas, desde as das gincanas até as de formatura do colégio). Usei-a nesse dia 19, como visto a causa, e escrevo sobre ela, em vários outros dias do ano:

As pulseiras também são indígenas, compradas em Belém do Pará
Estou a trabalho alguns dias em Caruaru (PE), de onde tenho postado algumas fotos e impressões culturais pessoais no twitter deste blog. Se quiser acompanhar, siga ou só acesse: www.twitter.com/blogninaflores
Viajando para cobrir 2 eventos no Rio de Janeiro, esta cidade inspiradora. Resolvi escrever algumas impressões diariamente com os 140 caracteres do twitter deste blog. Para acompanhar, siga ou só acesse: www.twitter.com/blogninaflores Até a volta!
Milhares de histórias que se misturam num só ambiente. Papel por todos os lados. Capas e mais capas. O bonito vai e vem de pessoas, bem diferentes umas das outras, que entram atrás dessas palavras, frases, ideias. O interesse não tem preço. A leitura como um momento especial, onde a gente se presenteia com tempo e tranquilidade raros para mergulhar na nossa imaginação e também se dedicando a do outro que escreveu. O respeito não tem preço. Estar por dois dias dentro de uma livraria está sendo um presente. Basta agora escolher um título da estante para recomeçar.
Os anos passam, os aprendizados vêm, mas não consigo deixar de me irritar com má vontade.
Já haviam me dado algumas referências ruins sobre a Padaria e Confeitaria Sabor e Arte, que fica em frente à AES Sul de São Leopoldo (RS), como atendimento ruim e, uma querida amiga também vegetariana, que não tinha quase nada para nossa “dieta”.
Eis que tive a “oportunidade” de agora conhecer, acompanhando colegas. Logo fui olhar o buffet de minisalgados, modelo pouco convencional em padarias e bem interessante. Perguntei e, entre dezenas de tipos, só tinha um (1!) de palmito. Sem stress, pensei, já escolada, pedindo:
__Então vocês fazem uma torrada, um sanduíche?
__Não.
Hello, qual padaria no mundo que não faz algo na hora?
Irritada e magoada pela má vontade do local, peguei minhas coisas e fui embora, certa de que se “paga um preço alto” por ser diferente da maioria, mas que estou completamente disposta a continuar ”pagando”.
Na mesma rua, na esquina da Praça dos Brinquedos, a maravilhosa Padaria Agostini reserva atendentes atenciosas, salgados com queijos, batatas e legumes, além de lanches feitos na hora, ao gosto do cliente.

Festas de São João, mas que saudade. Aqui no Sul, muitas mães misturam tradições, preparando as meninas com vestido de prenda, trança, chapéu de palha e pintinhas no rosto. Meu vestido é vermelho e branco, era usado em julho e setembro, religiosamente, até deixar de servir.
Na minha rua, na verdade na transversal dela, a 1º de maio, a vizinhança se reunia e fazíamos uma grande festa no campinho de futebol, um terreno baldio onde muito gol eu defendi, muito gol eu levei, algum grito eu soltei, algumas lágrimas eu derramei…
Lá, a gente enfeitava com bandeirinhas e elos, nossos pais montavam uma grande fogueira, tinha pipoca, pinhão, quentão bem fraquinho, canjica, estas coisas…
Onde se acha hoje em dia uma festa assim se não posso dar um pulo ali no Nordeste? Com a tradição que é de lá, ouvi dizer que a movimentação corre solta na frente das casas, cada um com uma fogueira (achei isso lindo e ainda preciso ver!), além de muita alegria amiga.
Se puder, aproveite, põe teu vestido que a fogueira ainda está acesa!

No sábado à tarde, ninaflores.net foi invadido por um malware. O invasor causou um bocado de dor de cabeça, já que este site foi programado com auxílio de programas automáticos e a empresa de hospedagem Tecla não dá suporte para programação. Era solicitar um back up de 15 dias atrás ou achar um programador disposto a ajudar na resolução.
Este post inaugura a categoria No provador para agradecer e indicar o trabalho de um superprogramador chamado Fabiano David, que conheço há pelo menos 8 anos. Foi através de uma antiga empresa dele, a Clicdomínios, que Nina Flores começou suas atividades. Foi dele a programação dessa primeira versão.
Hoje, Fabiano tem um empresa de consultoria em tecnologia da informação e vários outros sites relacionados, inclusive um que faz lojas virtuais. Seguem minhas indicações, breve nos links da lateral também:
http://www.fabianodavid.com.br/
http://www.aehweb.com.br/
http://www.maliciosa.com.br/
É sobre TI? Pode perguntar: www.formspring.me/fabianodavid
O silêncio incrível faz pensar se é o ser humano que ainda tem jeito ou se são os engenheiros e arquitetos os grandes gurus do lugar. Ai, ai, nem acredita. E suspira…
Dificilmente a gente se acha parecido com outra pessoa. Normalmente são os outros que falam isso para a gente. Neste vídeo que a Google fez para divulgar a nova tecnologia e que a UseFashion divulgou em 2 de fevereiro, com o título “Google possibilita passeio virtual por museus“, até me assustei, pois me vi totalmente nesta moça de longos e cacheados cabelos ruivos, usando trench coat marrom, que eu inclusive tenho. Fiquei louca para fazer foto parecida, breve postarei… Curtam a matéria e a nova tecnologia que vem por aí!
O que mais me incomoda no calor são os bichos pela rua, com a língua para fora. Paro onde estiver, o que eu estiver fazendo, para lhes alcançar água. H2O é coisa básica. Sensibilidade é coisa rara. Oro e peço chuva. Nada que uma poça abençoada não resolva parcialmente.
Recebi o e-mail de uma editora pedindo autorização para publicar uma poesia minha em um livro didático-pedagógico para o ensino fundamental. Descobri então uma homônima Nina Flores poeta.
Cara xará, caso descubra este post, me escreva para aline@ninaflores.net e te passarei o contato para você dar a autorização. Linda poesia, meNINA!
AMARELINHA
AMAR É LINHA
DAS LINHAS DA VIZINHA
DA PIPA DO MENINO
ENTRE LINHAS E TORTINHAS…
O MAR É LINHA
DA LINHA DO PESCADOR
DO PEIXE QUE NÃO VINHA
ENTRE LINHAS E SARDINHAS!
AMAR TAMBÉM É LINHA
DA MINHA AMARELINHA
DA RUA E DAS MENINAS
ENTRE O CÉU E O FIM DA LINHA.
Nina Flores
Antigamente, os garotos gravavam fitas cassetes para suas meninas. Depois, passaram a presenteá-las com cds. Hoje, mandam links de vídeos. O carinho permanece em qualquer tecnologia. Garoto, “você para mim ainda é um mistério, você para mim não existe, você tem tudo para me fazer feliz, mas só me deixa triste”. Aumenta o som que Bebeco tá na área, cantando do céu para ver se embala nosso amor:
São poucos os amigos, mas cada um que vale por muitos, de caráter e delicadeza incontáveis. Além do reconhecimento do Eduardo Pedroso, pelo quanto evoluímos na Redação, e a ligação carinhosa da Lisie Venegas, recebi há alguns instantes 2 lindos e-mails de Natal. Divido:
Meus queridos,
Estou aqui na minha sala, esperando o marido com almoço na mesa e pensei em vir para lhes dizer o quanto eu desejo que esta noite seja linda. Espero que cada abraço dado e recebido seja uma troca intensa de boas energias, que os beijos sejam carimbos de amor e carinho e que todos os sorrisos sejam daqueles que não ternimam mais.
Para uns um sentido, para outros, outro, aproveitemos todos o Natal pra refletir e ser mais.
E que 2011 seja um belo ano, sim, um ano pra ficar marcado com realizações e muitas alegrias.
Um grande beijo meu! Amor,
Francine Virote.
…
olá amigos!!
agradeço a todos que contribuiram de alguma forma com o bem estar de nossos animais este ano, adotando um peludo, doando algo, ou mesmo concientizando as pessoas e sendo amigo para que possamos ter sempre força para fazer mais e mais por nossos animais que tanto carecem de ajuda. Divulguem a idéia para que no próximo ano a causa esteja ainda mais abrangente, curtam seus animais! ame seu cachorro, seu gato,… converse com eles (eles entendem!!) e vamos também incentivar ainda mais a castração para que tenhamos menos animais nas ruas!
Que deus os ilumine e que São Xico de aquela mãozinha para todos os amantes dos animais tenham saude para no próximo ano fazer ainda mais!!
tudo de bom para todos, muita paz!! segue nosso videozinho de final de ano com alguns animais ainda a espera de um lar.
Bruna Melina Flesch Doberstein