May 7th, 2012

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Posted in 15 polegadas, Amor, Cantorias |
May 6th, 2012

“Oi, eu sou a Pretinha e estava caminhando perdida pela Independência, em São Leopoldo, neste sábado, 5 de maio de 2012, quando me deparei com o Espaço de Adoção do Paar. Logo minhas madrinhas me receberam com carinho, me alisaram, deram comida e água.

Estava um pouco nervosa e não comi na hora, mas logo percebi que amavam os animais e me derreti toda por elas, ficando por ali. Elas me conseguiram uma coleira e um lugar para tirar uma soneca. Foi um sono renovador, pois tinha passado a noite perambulando pela cidade em busca de comida e me protegendo das coisas que acontecem na rua.

Agora, também sou da turminha do Paar, serei castrada e, em alguns dias, estarei disponível para adoção”.

Para contatos com Pretinha ou outras histórias de vida: www.paar.org.br

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May 5th, 2012

… para quem cruzou nosso caminho; divide ou dividiu a vida; dorme nas ruas não necessariamente por opção; pede para comer não porque é vagabundo; não sabe falar para pedir ajuda; lhe dá um bom dia; não lhe dá, mas merece um. Para a gente não fazer que não viu, que não é com a gente, sabe? O botton-brinde-ideia é da Patogê inverno 2012. Pequeno, simples, mas tão cheio de significado:

UPDATE: O nome da coleção é “O que você fez de bom para o mundo hoje?” e acabei de achar uma notícia de março sobre aqui: http://chic.ig.com.br/acho-chic/noticia/o-que-voce-fez-de-bom-para-o-mundo-hoje

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May 2nd, 2012

E você, tem sido um desses jovens-ponte?

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April 30th, 2012

Acostumadas ao mundo virtual, as pessoas estão sem estar neste estágio limítrofe entre o lazer e o vício. Registram sem testemunhar, olham sem ver, comentam sem saber e só percebem um fato quando ele vira imagem, instantaneamente, assim que o celular já o tenha capturado para o Facebook.

Depois é comentar e curtir porque o que menos importa é ter visto ou participado realmente do evento ou do acontecimento ou seja lá do que for. Mesmo quem foi e registrou, tenha certeza, acaba, na maioria das vezes, não estando ali. Uma parte fotografa e a outra viaja nas redes sociais sem rumo. E enquanto a vida corre, transcorre, transborda ao vivo, os dedos teclam a ilusória intenção de traduzir o real.

Farsa, enganação. Comece tudo de novo, veja, sinta o momento acontecendo sem filtros, sem compartilhar, sem um milhão de amigos virtuais xeretando aquele instante. Contar histórias é lúdico e saudável, mas elas precisam primeiro ser vivenciadas para depois serem relatadas. Tudo ao mesmo tempo não dá.

Aliás, se desconheces a maioria dos teus amigos virtuais, a quem confiará verdadeiramente a tua história, a tua existência, os teus lamentos, os teus amores, a tua vida, os teus momentos sem glória e de tristeza, tuas alegrias, tuas conquistas, todos os medos e horrores de ser quem és?

Olha o que te cerca, observa o que acontece, esteja presente. O tempo se encarregará de dizer qual a parte mais interessante da história da tua vida que merece ser compartilhada, comentada, curtida entre os que tu escolheste, verdadeiramente, para testemunhar a tua trajetória e a tua passagem por aqui ou pelo Facebook.

Roseli Santos
Jornalista

Publicado originalmente na página 2 do Jornal Panorama, de Taquara (RS)

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April 19th, 2012

A causa indígena sempre me tocou. E não foi pela TV que aprendi a sentir isso. Numa das primeiras disciplinas do Jornalismo, resolvi conhecer mais de perto a realidade dos caigangues que moravam perto de mim, mais precisamente nas margens da BR-116, na entrada principal de São Leopoldo.

Foi uma experiência e tanto. Meu respeito só aumentou, gerando campanha do agasalho (infelizmente eles tem que pedir!), matéria textual e fotográfica para a faculdade, posteriormente publicada nesse link do Dissonância. Eles seguem sempre me gerando reflexões e olhares, como quando nos encontramos na Rua Grande.

Quando adolescente, tive uma linda blusa com uma face indígena pintada na frente, extraviada no tradicional emprestar amigo. Anos mais tarde, quando soube que a Cris Grings estava pintando, não pensei duas vezes e encomendei uma assim para mim. Ficou lindo e faz parte de minha coleção de camisetas-ideias  (guardo todas, desde as das gincanas até as de formatura do colégio). Usei-a nesse dia 19, como visto a causa, e escrevo sobre ela, em vários outros dias do ano:

As pulseiras também são indígenas, compradas em Belém do Pará

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April 7th, 2012

Era coincidentemente uma quarta-feira quando, embalados por um vinho seco e barato, inspirados pelas noites inteiras já divididas, dançaram e procuraram, por algum momento, se divertir e desfazer a dor… e refazê-la. “Ela vai dançar”, álbum Lira:

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March 19th, 2012

Uma homenagem a todos que amam criar com as mãos, recortar, colar, pintar, bordar, tricotar, trançar, modelar, selecionar, remontar, renovar, reciclar, decorar… Uma delícia que deixa a vida mais bonita, inspiradora e única, menos esteira em larga escala. Viva!

Na foto montada especialmente aqui para o blog:

Mestre Elias (Caruaru-PE)

Lisistar, da Vibrações Positivas (Porto Alegre-RS)

Andrea Onishi e Cláudia Fajkarz, do Superziper (São Paulo-SP)

Espedito Seleiro (Nova Olinda-CE)

Manoel, da Rua da Praia (Porto Alegre-RS)

Mestre Luiz Antônio (Caruaru-PE).

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March 13th, 2012

Estou a trabalho alguns dias em Caruaru (PE), de onde tenho postado algumas fotos e impressões culturais pessoais no twitter deste blog. Se quiser acompanhar, siga ou só acesse: www.twitter.com/blogninaflores

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March 8th, 2012

Duas mulheres. Dois exemplos de feminilidade, força e respeito. Para também acreditarmos e fazermos acontecer. Clique nos links para assistir. Apresento-lhes:

Ercília, catadora no Espírito Santo, agora caloura de Artes Plásticas na Ufes:

Luislinda, primeira juíza negra do Brasil, atua em Salvador (BA):

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March 4th, 2012

Mais aqui.

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March 2nd, 2012

Há anos não acompanhava uma novela, mas desde outubro (começou em setembro) comecei a assistir, sempre que dava, alguns capítulos de “A vida da gente”, que terminou nesta sexta, dia 2, mas devido ao trabalho, não consegui ver o final.

Mesmo sendo uma novela das 18 horas, as quais nunca me interessaram, trouxe uma delicadeza incomum em novelas, com cenas e falas longas, reflexivas sobre a vida da gente. Histórias de relacionamentos de amor de vários tipos, em várias instâncias, nada de violências escrachadas e uma música-tema linda, “Oração ao Tempo”, de Caetano Veloso, cantado por Maria Gadu (veja o vídeo inicial).

“A vida da gente” me proporcionou um pouco do que senti quando assisti à minissérie “Tudo Novo de Novo”, ainda em 2009, e resenhei aqui. Um momento para desligar a cabeça do politicamente correto de forma leve e poética.

A novela teve até um insert sobre blog, pois enquanto Ana estava em coma, sua irmã escreveu um lindamente, falando do crescimento de sua filha. Uma coisa assim meio Cris Guerra em parafrancisco.blogspot.com

O texto fez realmente diferença nessa novela: “Ninguém esquece uma saudade ou substitui um amor”. Bravo!

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February 29th, 2012

Quando eu for, um dia desses,
Poeira ou folha levada
No vento da madrugada,
Serei um pouco do nada

Invisível, delicioso
Que faz com que o teu ar
Pareça mais um olhar,
Suave mistério amoroso,
Cidade de meu andar (Deste já tão longo andar!)
E talvez de meu repouso…

Mário Quintana

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Posted in Amor, Poesia |
February 24th, 2012

Eu protesto contra a desvalorização das pessoas. Dos ofícios. Que as provações da vida não façam desistir os fortes. Os românticos. Os sonhadores. Os de paz:

“gatorra em extinçao. AI PESSOAL URGENTE DEVIDO A GRANDE DIFICULDADE DE CONSTRUIR E VENDER GATORRA; VOU RESISTIR DE PERSISTIR EM ALGO QUE A MAIORIA DAS PESSOAS NAO DAO O MINIMO VALOR; ENTAO ASIM SENDO VOU FAZER UMA OFERTA ÚNICA DAS GATORRAS; QUE EU TENHO JÁ PRONTAS; VEJA NESTE BLOG A GATORRA 12 E TANBEM A MINI GATORRA 6 A OFERTA ÚNICA É A SEGUINTE; UMA GATORRA 800 REAIS E SE CONPRAR AS DUAS VENDO POR 1200 REAIS ;; E EU TENHO MAIS É QUI PLANTAR BATATAS . E TRABALHAR DE MOTTO BÓY;; QUEM CONPROU ; CONPROU. NAO VOU MAIS CONSTRUIR GATORRAS E SÓ FICO COM A MINHA QUE TANTO AMO. CONTATO:  51…8524.59.33. TONY DA GATORRA

Foto: Giovani Paim para dissonancia.com

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February 22nd, 2012

 

Essa música a seguir foi a do desfile da Alessa, no Fashion Rio inverno 2012 (muito corajosa dona Gal Costa e também a estilista que botou “neguinho” da primeira, segunda, décima filas para refletir um pouquinho). E fiquei encantada de conhecer, dessa letra combinar com tanta coisa que vivenciamos diariamente, criticamos ou mesmo somos e até buscamos, mas não notamos na hora de se tratar de “ouro de tolo”. Apresento-lhes: neguinho!

Neguinho não lê, neguinho não vê, não crê, pra quê
Neguinho nem quer saber
O que afinal define a vida de neguinho

Neguinho compra o jornal, neguinho fura o sinal
Nem bem nem mal, prazer
Votou, chorou, gozou: o que importa, neguinho?

Rei, rei, neguinho rei
Sim, sei: neguinho
Rei, rei, neguinho é rei
Sei não, neguinho

Se o nego acha que é difícil, fácil, tocar bem esse país
Só pensa em se dar bem – neguinho também se acha
Neguinho compra 3 TVs de plasma, um carro GPS e acha que é feliz
Neguinho também só quer saber de filme em shopping

Rei, rei, neguinho rei
Sim, sei: neguinho
Rei, rei, neguinho é rei
Sei não, neguinho

Se o mar do Rio tá gelado
Só se vê neguinho entrar e sair correndo azul
Já na Bahia nego fica den’dum útero
Neguinho vai pra Europa, States, Disney e volta cheio de si
Neguinho cata lixo no Jardim Gramacho

Neguinho quer justiça e harmonia para se possível todo mundo
Mas a neurose de neguinho vem e estraga tudo
Nego abre banco, igreja, sauna, escola
Nego abre os braços e a voz
Talvez seja sua vez:
Neguinho que eu falo é nós

Rei, rei, neguinho rei
Sim, sei: neguinho
Rei, rei, neguinho é rei
Sei não, neguinho

O áudio, que vale ainda mais a pena:

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February 20th, 2012

Mala Rodríguez y Julieta Venegas:

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Posted in 15 polegadas, Amor, Cantorias |
February 18th, 2012

Ontem à noite recebi um telefonema que estava esperando por um tempo. Meu irmão, que mora em Valdivia, no Chile, informou-me que a gata de 14 anos, desaparecida há três dias e que nada sabemos dela, deixou sua tigela de comida vazia e sem água no pires. A mesma coisa tinha acontecido há alguns anos com o gato, seu “marido”, que um dia desapareceu e nunca mais soubemos nada (continue lendo…)

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Posted in Animais |
February 14th, 2012

Um pouco oferecem e vendem seus artesanatos, um pouco brincam, um pouco se empurram e riem, um pouco pedem um pastel com refri para alguém que passa. São ainda crianças, índios caigangues. Olham encantados para o tênis multicolorido que foi moda há duas ou três estações. Apontam para a placa: R$ 14,99. Tinham vontade de tê-lo.

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February 10th, 2012

Eddie:

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February 8th, 2012

DOAÇÕES PARA BRECHÓ EM BENEFÍCIO DE ANIMAIS DE RUA

O quê? Arrecadação de peças de vestuário, calçados, bolsas, acessórios, utilidades domésticas, livros, cds e outros objetos em bom estado para venda no brechó beneficente do Paar (Projeto Amigos dos Animais de Rua), de São Leopoldo (RS), que será realizado em 10 de março de 2012, no COL (Círculo Operário Leopoldense), ao lado do Bourbon Shopping.

Objetivo? Quitar veterinários, fazer mutirões de castração, iniciar novos tratamentos e comprar ração para cães e gatos cuidados pela entidade em casas de passagem. Haverá prestação de contas posterior.

Como colaborar? Dando uma geral em sua casa, doando o que não usa, além de avisando amigos e familiares, via e-mail e redes sociais. Entregue diretamente nos nossos 3 pontos de coleta abaixo* ou combine entrega pelo e-mail paar@paar.org.br

*Laboratório Fleming
Rua São Caetano, 350. Centro.
São Leopoldo (RS).
Segunda a sexta, 7h30 às 18h30.

*Salão de Beleza Maria Bonita
Rua Frederico Wolfenbüttel, 305. Centro.
São Leopoldo (RS).
Terça a sábado, 9 às 19 horas.

*Scorpions Rock Shop e Tattoo
Rua Lindolfo Collor, 435. Centro.
São Leopoldo (RS).
Segunda a sábado, horário comercial.

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February 6th, 2012

Nos moldes dos posts-inspiração sobre Maria Bonita e os Cangangos, o tema hoje é banana,  a fruta deliciosa que vêm aparecendo em muita coisa bonita de moda e design nos últimos tempos.  Que vontade de um vestido ou saião com estampa delas! Vamos às imagens:

A banana é originária da Ásia. O Brasil é o quinto maior produtor de bananas do mundo, sendo aqui  o segundo fruto mais produzido e consumido (seria a laranja o primeiro?) Mais aspectos mercadológicos, históricos, curiosos e culturais aqui.

Carmem Miranda e sua estética ligada ao colorido tropical

Linha Mix da Plasútil, com potes em forma de frutas e legumes, cerca de R$ 2,50 cada. Barato e criativo para deixar a casa bem colorida ou presentear amigos que moram no exterior para circularem com uma das frutas-símbolo do Brasil. De minha parte, exemplares circulam por Buenos Aires, Rosário, Lyon e Londres ; )

Uma viagem ao Paraná nos apresentou a Antonina, uma cidade para lá de simpática, uma das maiores produtoras de banana do Brasil.  Além de balas e cachaças, banana chips! Muito bom!

Coleção de verão 2011/12 da Prada trouxe o color block e as bananas para o foco da moda!

Editorial da Vogue norte-americana feito no Brasil

Garota usando bolsa da coleção Prada no Fashion Rio inverno 2012. Foto do meu celular.

Brinco Prada e bolsa Charlotte Olympia, a jovem designer filha da ex-modelo Andrea Dellal, que anda criando de olho na estética tropical!

A própria Charlotte Olympia usando sua criação durante o Fashion Rio inverno 2012. Foto para a UseFashion, todos os créditos reservados.


Por fim, as minhas bananas: chaveiro que virou pingente de colar e pode ser encontrado também como alargador e outros usos na Loja Beatnik, presente da Gica; e broche em tecido de banana by Francine Virote, adquirido num brechó de troca.

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Posted in Casinha, Cultura, História, Modas |
January 31st, 2012

Muitas pessoas têm preconceito de visitar feiras de artesanato e economia solidária, pois acham que só vão encontrar mais do mesmo. Acontece que, cada vez mais, os artesãos têm recebido profissionalização e treinamentos que abrem suas mentes para aprimorarem suas criações com muito estilo e diferenciação.

No final de 2011, o Banco do Brasil abriu,  na Orla da praia de Copacabana, esquina com a Rua Siqueira Campos, no Rio de Janeiro, um quiosque com a Loja da Rede de Economia Popular Solidária (Rio EcoSol). Todas as peças são feitas em projetos de comunidades do estado, entre elas Santa Marta, Complexo do Alemão, Manguinhos e Cidade de Deus. E são peças belíssimas, que enchem os olhos e o coração de poder ter acesso. Ao menos eu me senti assim!

Mais do que nunca, comprar uma peça única e que você sabe o nome de quem fez e que vai receber aquele pagamento, não tem preço!

Vejam a seguir algumas das peças que mais achei bacanas:

Almofadas com misturas de técnicas, como patchwork, bordado e pintura.

Porta moedas e carteiras feitas com páginas de gibis plastificadas

Porta moedas feito com fita cassete

Outro modelo, este com corrente e tem que se ligar no artista: Sting ; )

Tem bolsa mais linda para se sentir única por aí? Coloridíssimas, feitas em crochê

Agora crochê com fuxico numa shopping bag para lá de brasileira: demais!

Mochila com sobras de jeans + patchwork: favela e estádio de futebol!

Coletinho de crochê vermelho

Vestido lunar!

Minhas escolhas que voltaram na mala: bolsa Frida Kahlo com pintura + patchwork, do Grupo Arte Fuxico, de São João de Meriti; e puxa-saco de galinha.

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